Releases
5/2/2010
Orientadores agrícolas levam gestão ambiental para as lavouras
No Dia do Agente de Defesa Ambiental, comemorado neste sábado (06/02), o SindiTabaco – Sindicato da Indústria do Tabaco da Região Sul do Brasil - homenageia a atuação destes profissionais em prol da sustentabilidade.
Instrutor, orientador ou técnico agrícola: a nomenclatura muda de empresa para empresa, mas o que merece destaque é o trabalho exercido por estes profissionais. Eles circulam pelo campo levando informações e formam o elo mais importante para o Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT), estabelecido entre produtores e empresas beneficiadoras no que diz respeito às boas práticas em defesa do meio-ambiente no campo.
“O trabalho destes profissionais é primordial para levar ao campo as novidades e tecnologias disponíveis para a cultura do tabaco. A atualização tanto da empresa quanto dos produtores depende diretamente do empenho deles”, afirma o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke. A atuação do orientador contribui para o sucesso do sistema, que resulta em números significativos apresentados pelo setor. Hoje o Brasil é líder mundial em exportações de tabaco, uma vez que 85% da produção brasileira são destinados ao mercado externo.
Complementando as qualificações formais, como em Agronomia ou cursos técnicos, os orientadores trazem consigo um cuidado específico junto à natureza. Muitos deles nasceram no campo e, por isso, sabem que a sustentabilidade do negócio depende da manutenção de boas práticas na lavoura, principalmente no que se refere à responsabilidade ambiental.
“Além disso, eles são constantemente atualizados com encontros nos centros de pesquisa das próprias empresas. Essa renovação garante que nossas lavouras estejam sempre em concordância com a demanda do cliente, que também tem na prática ambiental responsável um importante requisito de compra”, lembra Schünke.
Entre as tarefas junto aos agricultores está a missão de reduzir o uso de agrotóxicos nas lavouras e armazenar corretamente os produtos, além de esclarecer sobre a destinação adequada de embalagens vazias. Eles garantem também, que os produtores utilizem sementes registradas e certificadas; fertilizantes com fórmulas testadas e níveis de nutrientes adequados; defensivos agrícolas aprovados e registrados pelo Ministério da Agricultura para a cultura do tabaco.
Também fornecem informações por meio de materiais editados pelos SindiTabaco e empresas associadas sobre o correto uso, manejo e conservação do solo e dos recursos hídricos, estimulando a preservação das matas nativas e o reflorestamento com o objetivo de obter a maior cobertura florestal possível nas propriedades nas quais se planta tabaco.
Atualmente essa cobertura abrange em média 26% das propriedades, um índice bastante elevado em se tratando de pequenas propriedades. Esse esforço inclui a orientação de que só se use lenha de origem legal nas estufas de secagem das folhas de tabaco.
Andreoli MS&L
Carla Louise – carla.louise@br.mslworldwide.com – (11) 3169-9354
Eliana Stülp – eliana.stulp@br.mslworldwide.com.br – (51) 3713-1777
Talita Melo – talita.melo@br.mslworldwide.com – (11) 31699316
www.andreolimsl.com.br
Crédito da imagem: Arquivo Souza Cruz